Pesquisar este blog

Carregando...

sábado, 14 de maio de 2016

Rede de Túneis de 12 mil anos


Rede de Túneis de 12 mil anos que cruza toda Europa intriga pesquisadores

Datadas em mais de 12 mil anos, essas passagens subterrâneas ainda permanecem um mistério. Quem as construiu? Para quê? Como foi possível?
erdstall - To no Cosmos
Entrada para o Erdstall em Perg, Áustria. O túnel abrange a Áustria e Alemanha, porém segundo Dr. Kusch, há uma ligação entre túneis que vão desde a Escócia até a Turquia.
Diferente do que a grande maioria pensa, a maior parte do nosso planeta ainda não foi catalogada, e diariamente novas descobertas são feitas, e nem sempre elas são o que pensamos..

Foram encontradas túneis através de toda a Europa, um sistema interminável de passagens subterrâneas, que hoje, 12 mil anos depois de sua criação, continua de pé. Apesar de não existirem grandes estudos oficiais a respeito, acredita-se que elas foram construídas na Idade da Pedra e que conseguiram atravessar todo o continente europeu, desde a Escócia, passando pela Alemanha e Áustria, até a Turquia.
tunel europa - To no CosmosEm todo o continente, contam-se milhares e milhares de túneis, a grande maioria muito estreitos, de somente 70 cm de diâmetro, o suficiente para uma pessoa.
Entre as várias passagens, existem alguns setores maiores ou menores, nos quais há assentos e salas de armazenamento.  
Um dos primeiros exploradores desse sistema de túneis foi o sacerdote Lambert Karner (1841-1909), que se arrastou pelos 400 buracos, com a ajuda de uma vela, e que descreveu “estranhas passagens com correntes de ar”, segundo a revista Der Spiegel.


A falta de qualquer indício sobre o porquê de sua existência fez com que muitos especialistas se referissem a essas construções como o último grande mistério da Europa. Enquanto isso, a tradição popular acredita que eles foram construídos e escavados por elfos, ou gnomos, figuras típicas do folclore celta. 
mapa tuneis - To no Cosmos
Ainda não foi possível catalogar todas as localizações exatas das gigantescas passagens.
Alguns especialistas afirmam que a rede de túneis funcionou como proteção para as pessoas contra predadores; outras acreditam que foi utilizada como caminho, para viagens com segurança, independentemente das guerras ou fatores climáticos.
Curiosamente, algumas das entradas começam na cozinha de alguma casa até a igreja, cemitério ou até mesmo leva à floresta. A melhor resposta encontrada até agora foi de que eram refúgios em caso de ataques surpresa, porém nenhum material orgânico ou outro objeto, como comida, foi encontrado.
tuneis europa- To no Cosmos
O arqueólogo alemão Dr. Kusch, escreveu em seu livro “Segredos da Porta do Mundo Subterrâneo para o Mundo Antigo”, que apenas em Bavaria, na Alemanha, foram encontrados 700 metros de conexões subterrâneas, e que elas se espalham desde o norte da Escócia até o Mediterrâneo.
Ainda permanece um mistério como uma complexa e gigantesca rede de túneis foi criada há tanto tempo atrás.
Compartilhe o artigo com o Cosmos!

domingo, 12 de abril de 2015

Ele viveu 256 anos

Uma história que deixa muitas dúvidas e incertezas:






Em 6 de Maio de 1933 na página 13 do jornal New York Times, aparecia a nota de falecimento de Li Ching-Yuen um chinês que sobreviveu a 23 esposas, deixou 180 filhos e morreu com a idade de 256 anos. Este obituário é um erro ou uma exagero? Alguns pesquisadores dizem que é verdadeiro.
Li-Ching Yuen foi um Mestre Taoista chinês, herbalista e praticante de Chi Kung e de outras disciplinas de meditação e artes marciais. Foi conselheiro tático militar e instrutor de artes marciais, se aposentou e passou muito tempo nas montanhas do Tibet, onde seguiu coletando ervas medicinais que segundo dizia lhe ajudavam a se manter jovem e saudável.
Em 1927 foi convidado para ir em Wann Hsien na província de Sichuan por seu amigo pessoal o general Yang Sen, que estava muito interessado na força e juventude de Li, apesar de sua avançada idade. Na residência deste governador e caudilho foi feita, à idade de 250 anos, a única fotografia existente de Li.

- Mistérios de uma vida:

Como era de esperar, não se sabe muito a respeito das primeiras etapas da vida de Li Ching-Yun. Sabe-se que nasceu na província Chinesa de Sichuan, onde também morreu. Também que aos dez anos já estava alfabetizado e foi para o Tibet, Annam, Siam e Manchúria para colher de ervas medicinais. Após isto, sua vida é um tanto quanto desconhecida.
Ao que parece, durante mais de cem anos, Li continuou vendendo suas próprias ervas, recolhidas pelo mesmo. Também se sabe que tinha as unhas de sua mão direita muito longas, com mais de 15 centímetros.
Em 1930 o professor Wu Chung-Chieh, decano do departamento de educação na Universidade de Chengdu, encontrou nos registros Imperiais do Governo da China duas felicitações do imperador a Li Ching-yun em 1827 por seu aniversário de 150 anos e uma posterior aos 200 anos. Muitos consideram isto como provas irrefutáveis da idade do homem que mais tempo viveu.
O segredo da longevidade:
Num artigo publicado pela revista Time em 15 de maio de 1933 intitulado “Tortoise-Pigeon-Dog” (Tartaruga, pomba e cão), informava-se sobre a incrível vida do mestre Li Ching Yuen e citava-se a resposta que Li dava sobre o segredo de sua longa vida:
“Mantenha um coração tranquilo, senta como uma tartaruga, caminha rápido como uma pomba e dorme como um cão.”
Sua dieta baseava-se principalmente no arroz e no vinho deste cereal. Também consumia gingseng e uma planta pouco conhecida, a centelha asiática (Hydrocotyl asiatica). Muitos cientistas da época debocharam disto e não dedicaram nenhuma atenção ao tema, mas uns poucos visionários foram um pouco além. Jules Lepine, bioquímico francês, encontrou um poderoso alcaloide de efeitos rejuvenescedores nas sementes da dita planta.
Os herbólogos sabem de um fator de longevidade que possui a centelha asiática para o cérebro e as glândulas endócrinas e também extratos da planta são usados para tratar problemas de circulação e de pele. Na China é consumida em salada. O suco das folhas serve para a hipertensão arterial; também como tônico. Um empasto de folhas podem ser usadas para tratar feridas e e úlceras.

- Ceticismo a respeito de sua idade real:

A primeira reação de muitas pessoas, ao conhecer a história de Li, é duvidar que um ser humano possa realmente ter atingido tal idade. É pouco provável esta alegação venha algum dia a ser comprovada por documentos aceitáveis sem qualquer possibilidade de contestações no ocidente.
Se o os antigos registros oficiais chineses fosse considerada indiscutível, Li Ching Yun seria reconhecido como a pessoa mais longeva com idade atestada por documentos, tendo vivido mais de 130 anos além do atual recorde documentado, que pertence à francesa Jeanne Louise Calment, que faleceu em 1997 com 122 anos e 164 dias.

Fonte:
http://www.habbid.com.br
Pesquisador Marcelo Arruda.

sábado, 28 de março de 2015

Armas cruéis e mortais da antiguidade


Armas mais cruéis e mortais da antiguidade


Há séculos que os homens criam instrumentos para machucar, torturar e matar os seus inimigos, muitos antes das pistolas modernas que acabam com as pessoas com alguns tiros. Antigamente existiam armas que possuíam métodos mais lentos e dolorosos que certamente nenhum de nós quer passar. Veja quais são alguns desses modelos sinistros:

1 – Zhua

Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

Caracterizada por ser uma mão de ferro, o Zhua (que em tradução literal quer dizer garra) foi utilizado na China nos tempos imperiais. Esse utensílio insano era usado para arrancar a pele e determinadas partes dos corpos das pessoas, podendo ser extremamente lento e doloroso ou mais rápido. Quando empunhado por soldados habilidosos, pessoas podiam ser derrubadas de cavalos ao ficar presa nas garras (ou nos dedos) do Zhua.


2 – Katar

Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

O Katar tem origem indiana e é composto por um tipo de bracelete ligado com lâminas afiadas (normalmente três), como se formasse uma extensão do braço. Bastante utilizado por mercenários na antiguidade, com o Katar era possível executar as vítimas rapidamente em silêncio e com precisão. Eles também eram desenhados para perfurar armaduras e permitiam ataques mais rápidos.  

3 – Urumi

 Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

Em alguns locais conhecido como Aara, esse utensílio mortal também possui origem indiana. Trata-se de uma espada longa (que em alguns casos pode chegar até impressionates três metros de comprimento), porém que é bastante flexível. Como o aço utilizado aqui é bastante maleável, os ataques desferidos com ela são semelhantes aos ocasionados por um chicote, porém muito mais graves.

4 – Ninho de Abelhas

 Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

O Ninho de Abelhas é um tipo de armamento chinês no formato de um tubo hexagonal com um total de 32 flechas. Aparentemente inofensivo, as 32 flechas podem ser disparadas simultaneamente no alvo ao serem acionadas com fogo, como se fossem pequenos foguetes. Com 32 flechas voando em sua direção, é bastante improvável que você consiga escapar vivo se for atacado.

5 – Chukonu

 Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

Outra criação dos chineses, o Chukonu é praticamente um ancestral do rifle automático. O suporte de madeira superior permite que dez flechas sejam alocadas, automaticamente entrando em posição quando as outras são disparadas. Em média, as dez flechas podiam ser disparadas em só 10 segundos, ocasionando um estrago bastante grande e poupando tempo de ataque (os arqueiros demoravam muito mais). Para piorar, as flechas carregavam doses de veneno.

6 – Chakram

 Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

O Chakram é originário da Índia e pode ser extremamente fatal. Essa arma circular é bastante afiada nas pontas e quando é arremessada pode cortar membros de suas vítimas com certa facilidade. Contudo, para manuseá-la corretamente é preciso possuir bastante habilidade. Esse círculo mortal de aço possui normalmente 30 centímetros de diâmetro e sempre é arremessado na vertical.

7 – Tesouras Gladiadoras

 

Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

Não pense nas tesouras que temos em nossas casas ou nos estojos. As tesouras utilizadas pelos gladiadores em Roma, durante os tempos do Império Romano, eram fatais e muito dolorosas. O compartimento de metal era acoplado junto aos braços dos guerreiros (de modo semelhante ao Katar), permitido bloquear ataques e atacar. Feitas de metal pesado, elas mediam aproximadamente 50 centímetros.

8 – Macuahuitl

 Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

Não deixe que os seus olhos enganem você, pois o Macuahuitl é uma arma muito dolorosa, apesar de ser incapaz de perfurar pessoas. Trata-se basicamente de um largo pedaço de madeira, em formato de espada, com pequenos pedaços de vidro vulcânico de ambos os lados. De origem mexicana, era comumente utilizado pelos astecas como um porrete e nos típicos rituais de sacrifício.

9 – Kpinga

 Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

As tribos de Azande, na África, utilizavam essa variação de faca como um armamento fatal. Alguns modelos possuíam mais de 60 centímetros e quase todos tinham três lâminas que eram constantemente afiadas. Quando os guerreiros portadores das armas se casavam, davam suas Kpingas aos familiares da mulher.

10 – Espadas-gancho

 Fonte da imagem: Reprodução/Deadliest Warrior

As espadas-gancho chinesas eram carregadas pelos monges Shaolin como armas de defesa. São caracterizadas por ser levemente curvadas e por possuírem um formato de anzol em uma das extremidades, podendo ser conectadas com outras espadas. Talvez não sejam tão cruéis como as outras armas que figuram nessa lista, porém poderiam ser mortais se bem manuseadas.  

Fonte de pesquisa principal:
http://www.ocontroledamente.com
pesquisador Alex reis.
 
 
 
 
 
 
 
 
 

 

 


domingo, 25 de janeiro de 2015

Mistérios Antigos

Mistérios Antigos

Os antigos habitantes da Terra

(Artigo escrito por Leandro para o site Mistérios Antigos - Os antigos habitantes da Terra)
http://misteriosantigos.50webs.com
e-mail: misteriosantigos@uol.com.br

O que você está prestes a ler pode ser perturbador e pode te enlouquecer, isto não é uma brincadeira, então se você não está preparado(a) para mergulhar nestas águas eu sugiro que você não leia mais adiante. Para aqueles que querem saber mais, você está assegurando que tem bom controle sobre suas emoções.
Estas informações estão sendo disponibilizadas porque há algo muito importante que deve ser do conhecimento de todos. Há fortes evidências para alterar tudo o que é aceito atualmente sobre a Terra e seus antigos habitantes. Eu fui completamente perturbado por estas descobertas desde que tudo se tornou claro para mim. Devo alertar os outros? Preciso mesmo fazer isto? Irei arriscar de passar como tolo, lunático, paranóico? Talvez, por esta razão eu solicito que você considere seriamente os pensamentos e as possibilidades expressadas nestas páginas, e decida se o que digo faz sentido ou não.
O que descobri esteve sempre à vista de todos, tudo o que fiz foi unir os pontos com traços para formar a figura, por isso o crédito vai para todos os pesquisadores que vieram antes de mim e deixaram seus pontos. Meu trabalho é só mais um ponto, e talvez alguém nele se inspire e contribua para formar um panorama maior.

As civilizações antigas

Extintas civilizações antigas são conhecidas por terem possuído incrível sabedoria tecnológica, inegáveis habilidades astronômicas, matemáticas e agrícolas, e talvez o legado mais impressionante e tangível de seus passados perdidos e longínquos são as espantosas, complexas estruturas gigantes, esculpidas em rocha que podem ser encontradas espalhadas por todo o mundo, geralmente datando de pelo menos 4.000 anos atrás, os Megálitos.



Monumentos megalíticos podem ter pedras de peso variando entre 10 toneladas à mais de 150 toneladas, e alturas que podem chegar a 7 metros cada.



(Para mais informações: Malta; Stonehenge)

Blocos de pedras enormes são tão precisamente agrupados que mesmo hoje com nossa tecnologia moderna seria impossível reproduzir uma proeza tão duradoura.


 
(Para mais informações: Pirâmide de Quéops; Baalbek; Tiahuanaco; Sacsayhuamán)

Foi proposto no livro 'The World Without Us' de Alan Weisman, que se toda a humanidade desaparecesse repentinamente da face do planeta, todas as grandes cidades do mundo entrariam em colapso rapidamente sob a ação de fenômenos naturais e falta de manutenção. Estradas dariam espaço a florestas, e arranha-céus cairiam em um período de décadas.
Quem foram as pessoas que construíram estas magníficas estruturas? Eles aparentemente sabiam coisas que apenas agora estamos começando a compreender. Se olharmos para o passado, nas escrituras da primeira civilização conhecida, os Sumérios (5.000 a.C.), encontramos histórias sobre uma raça chamada Anunnaki, que "desceram" à Terra e estabeleceram suas cidades na planície aluvial da Mesopotâmia. Eles supostamente criaram e instruíram a raça humana, e nas escrituras, os Anunnaki são descritos como gigantes. Textos Romanos e Gregos falam sobre Titãs, uma raça de gigantes divinos que governaram a Terra antes dos Olímpicos os derrotarem.
Se estas antigas histórias relatam a verdade, isto explicaria a imensidão das construções, mas o que a Arqueologia tem a dizer? Já foi encontrada alguma prova da existência de gigantes, além dos monumentos e lendas?
A resposta breve é sim, túmulos, múmias e ossadas apareceram e desapareceram em diversos pontos do planeta, todavia, nenhum registro acadêmico de tal natureza foi tornado público.
Há notícias de que houveram animais de maiores proporções, como mamutes, aves-elefante que possuíam mais de 3 metros de altura e pesavam quase meia tonelada, grandes lagartos e répteis como os dinossauros. Criaturas oceânicas eram maiores e mais numerosas, como lulas gigantes, e até mesmo escorpiões aquáticos gigantes que viveram 330 milhões de anos atrás.
Historiadores e Arqueólogos dizem que nossos antepassados eram mais altos e robustos, mas não nos dizem que eles eram gigantes, e por vários motivos óbvios. Dentre todos os motivos, provavelmente o mais importante, é que simplesmente não sabemos o que aconteceu com eles.




As pedras

Algumas das pedras usadas nos monumentos megalíticos foram transportadas de lugares distantes por métodos ainda não entendidos claramente. Por exemplo, a fonte mais próxima dos arenitos de Stonehenge fica em Marlborough Downs, cerca de 30 km ao Nordeste, e as 'pedras-azuis' foram transportadas por mais de 160 km de distância. Rochas de granito de Sacsayhuamán, de pesos entre 361 toneladas - 440 toneladas, foram transportadas por 32 kilômetros sobre terreno montanhoso. As origens de outras pedras, como as Pedras de Carnac, Cromeleque dos Almendres, e Pedra Montada, permanecem desconhecidas. Elas poderiam ter sido carregadas de lugares bem mais distantes do que se supõem? O que significaria se descobríssemos estruturas similares em outros planetas?
Especulações sobre uma possível conexão entre as pirâmides no Egito e o planeta Marte surgiram quando um rosto humanóide foi fotografado entre estruturas piramidais numa região de Marte chamada Cydonia Mensae, em uma foto tirada pela Viking 1 no dia 25 de Julho de 1976. Debates acerca da estranha formação pareciam ter amenizado após novas imagens em alta resolução sugerirem se tratar apenas de uma ilusão de óptica. Porém, ainda há algo relevante a saber: Existe sequer alguma correlação entre o solo e as rochas de Marte e as rochas das pedreiras e pirâmides do Egito?

Egito

O Egito é um país rico em pedra, e foi algumas vezes denominado o 'estado da pedra'. Havia abundância no Egito tanto em quantidade como em variedade de pedras, desde calcário fino e alabastro, a arenito maciço até granito e basalto. Desde a Terceira Dinastia (cerca de 2700 a.C), pedras foram usadas extensivamente em construções. A maior parte do material era razoavelmente bruto, calcário de baixa qualidade era usado na cobertura da pirâmide, calcário fino branco era geralmente usado na cobertura e no revestimento de paredes internas, granito róseo era também bastante usado em paredes internas. Basalto ou alabastro não eram incomuns nos assoalhos, particularmente nos templos mortuários, e tijolos de barro estavam presentes nas paredes dentro dos templos (embora na maior parte das vezes eles faziam paredes de calcário).
As antigas pedreiras de basalto de Widan Al-Faras (Orelhas do Cavalo), assim denominadas devido a duas montanhas que se sobressaem como uma característica geológica notável em Gabal Qatrani, ficam ao norte de Fayyum, cerca de 80 km ao sudoeste do Cairo. Elas não somente formam a paisagem geológica mais bem preservada do Antigo Egito, mas este é também o afloramento de basalto mais antigo e mais extensivamente usado. Não há equivalente arqueológico preservado em nenhuma outra parte do mundo.
(fontes: material; Fayoum's ancient quarry under threat)
Pirâmides:
Usando feixes de íons, Demortier analisou pedaços de material da pirâmide datados entre 2551 e 2528 a.C. Seus colaboradores determinaram silicatos de alumínio. "Na década de 70, Joseph Davidovits estudou a composição química de polímeros com o intuito de encontrar um material à prova de fogo. Ele descobriu o geopolímero, e alguns anos mais tarde descobriu que os blocos da pirâmide possuem quase a mesma composição. Seguindo sua iniciativa eu analisei o material e descobri que é sintético, não natural, especialmente por conta da pedra de lixívia.", disse de uma maneira bem simplificada. Guy Demortier afirma que os Egípcios construíram as pirâmides na margem esquerda do Nilo com um tipo de concreto composto 85% de calcário e 15% de aglomerante contendo água e natrão; (o último é um composto sódio alcalino que ocorre na região).
(fonte: Demortier)
As amostras da pirâmide continham microconstituíntes (μc’s) com apreciáveis quantidades de Si (silício) em combinação com elementos tais como Ca (cálcio) e Mg (magnésio), em proporções que não existem em nenhuma fonte potencial de calcário. A proximidade particular dos μc’s sugere que em algum ponto estes elementos estiveram juntos em uma solução. Além do mais, entre os aglomerados naturais de calcário, os microconstituíntes de composições semelhantes à calcita e dolomita (não conhecidos por hidratar na natureza) estavam hidratados. A onipresença de Si e a presença de submicro esferas de sílica em algumas das micrografias sugerem fortemente que a solução era básica. Teste de Transmissão de elétron Microscópico confirmou que alguns destes μc’s contendo Si eram amorfos ou nanocristalinos, o que é esperado de uma reação de precipitação relativamente rápida. A sofisticação e a resistência desta tecnologia antiga de cimento é simplesmente surpreendente.
(fonte: geopolymer traces in the pyramid)
Amostras de seis diferentes locais tradicionalmente associados com as pedreiras de Turah e Mokattam foram estudadas usando corte-fino, análise química de Raio-X e difração de Raio-X. Os resultados foram comparados com as pedras de revestimento das pirâmides de Quéops, Teti e Seneferu. As amostras das pedreiras são calcário puro que consistem de 96-99% de Calcita, 0.5-2.5% Quartzo, e pouca quantidade de dolomita, gipsita e silicato de ferro-alumínio. Por outro lado as pedras que revestem Quéops e Teti são calcário que consistem de 85-90% de calcita e uma grande quantidade de minerais especiais como Opala CT, hidróxi-apatita, e um silicato alumínico, que não foram encontrados nas pedreiras. As pedras de revestimento da pirâmide são de baixa densidade e contêm várias bolhas de ar aprisionadas, diferente das amostras das pedreiras, que são densas uniformemente. Se as pedras de revestimento fossem calcário natural, pedreiras diferentes daquelas associadas tradicionalmente com os locais das pirâmides devem ser encontradas, mas onde? Difração de Raio-X de uma pedra de revestimento com cobertura vermelha é a primeira prova que demonstra o fato de que um sistema complexo de polímero, feito pelo homem, era produzido no Egito há 4,700 anos atrás.
(fonte: http://www.world-mysteries.com/pex_7.htm)

Marte:

Usando espectro TES de emissividade atomosféricamente-corrigido, [1] e [2] identificaram dois grandes tipos de superfície em Marte: basalto e andesito. Através de mapas globais de baixa-resolução (1 ppd) dos dois tipos de distribuições de superfície, [1] concluiu que o basalto está restrito ao terreno esburacado, e o andesito está concentrado principalmente nas planícies do norte, mas também possui concentrações significativas por toda a extensão das cordilheiras esburacadas.
(fonte: http://adsabs.harvard.edu/abs/2002AGUSM.P31A..06R)
O estudo descobriu que inspeção minuciosa revela a presença de tipos de rocha que vão desde material vulcânico primitivo, como basaltos ricos em olivina, até rochas ricas em sílica altamente processadas, como granito. A diversidade implica que as rochas da superfície foram reconstituídas varias vezes através de um período longo de tempo, talvez até a era presente.
Christensen explicou: "Você derrete o manto e consegue basaltos olivinosos; derrete eles novamente e consegue basalto; derrete eles de novo e você cria andesito; derreta isso e você faz dacito; derrete mais uma vez e você tem granito."
Marte é um "mundo muito complexo embaixo dessa camada superficial de basalto," disse Christensen.
(fonte: http://www.space.com/scienceastronomy/050706_mars_diverse.html)
As pedras analisadas estavam parcialmente cobertas de poeira, mas fora isso eram de composição similar. Elas são surpreendentemente ricas em sílica e potássio, mas pobres em magnésio comparadas com os solos e meteoritos marcianos.
(fonte: http://www.sciencemag.org/cgi/content/abstract/278/5344/1771)
Embora à primeira análise de solo APXS foi anunciado que (A-2) era quase idêntica aos solos da Viking, análises posteriores demonstraram alguma variação e algumas poucas diferenças significativas das análises da Viking. Especificamente, solos da região da Pathfinder geralmente têm mais alumínio e magnésio, e pouco ferro, cloro e enxofre. Scooby Doo, que parece ser uma rocha sedimentar composta principalmente de solo compactado, também exibe certas diferenças químicas dos solos ao redor.
(fonte: http://mars.jpl.nasa.gov/MPF/science/mineralogy.html)
SPIRIT, a sonda de exploração da NASA em Marte, descobriu uma mancha de solo com tonalidade clara tão abundante em sílica que os cientistas propõem que água deve ter sido a responsável por tal concentração.
A mancha rica em sílica, informalmente denominada "Gertrude Weise" em homenagem a uma jogadora da Liga Profissional de Basebal Feminino dos EUA, foi descoberta quando a sonda passava pelo terreno durante o 1,150° dia Marciano da missão SPIRIT na superfície de Marte (em 29 de Março de 2007). Um dos seis pneus da SPIRIT já não roda mais, então deixa um rastro profundo enquanto arrasta o solo. A maioria das manchas de solo claro remexido que a SPIRIT investigou anteriormente eram ricas em enxofre, mas esta possui pouco enxofre, e é cerca de 90% sílica.
Sílica normalmente ocorre na Terra como o mineral cristalino quartzo, e é o principal ingrediente nas janelas de vidro. A sílica Marciana da mancha de Gertrude Weise é não-cristalina, sem quartzo detectável.
(fonte: http://marsrovers.nasa.gov/gallery/press/spirit/20070521a.html)

Conclusão

Granito e basalto são comuns tanto em Marte quanto no Egito, mas nenhum calcário foi encontrado em Marte. Calcário é uma rocha sedimentar, sua presença indicaria que em alguma época houve oceanos ou grandes lagos em Marte. O Egito é rico em calcário, pois esteve coberto pelo mar durante o Período Cretáceo.
Sílica, alumínio e magnésio também são encontrados tanto no solo Marciano quanto na composição das pirâmides. Isto seria de pouca importância, senão pela Opala CT, uma substância relativamente rara na Terra, encontrada em quantidades consideráveis nas pirâmides Egípcias.
Sílica é dióxido de silício, sílica não-cristalina como Gertrude Weise em Marte quando hidratada é conhecida como Opal-A, é uma sílica amorfa e um ingrediente necessário para produzir Opala CT. Sob condições atmosféricas de temperatura e pressão, Opal-A ao longo do tempo se converte em Opala CT, e posteriormente microquartzo. Sílica também se combina com alumínio na presença de magnésio ou cálcio, consequentemente formando silicatos de alumínio, e isto igualmente foi encontrado nas pedras das pirâmides.
Joseph Davidovits analisou as pedras das pirâmides e escreveu "Altas quantidades de Sílica existem nas pedras que revestem Quéops e Teti, entretanto, nas respectivas pedreiras há apenas quartzo e nenhuma presença de Opala CT. A presença de Opala CT nas pedras de revestimento de Quéops não indica se tratar de uma ocorrência natural, já que Opala CT não é encontrada nas pedreiras."
Minha pergunta é onde os Egípcios obtiveram a sílica amorfa (não-cristalina) em altas quantidades para produzir suas pirâmides, quando essa substância não ocorre frequentemente na Terra?
. . .
Agora, e se parte do material usado para construir as pirâmides foi trazido de Marte?
Eu sei, é loucura, mas esta é a lista:
*2.4 milhões de blocos, pesando 2.5 toneladas cada, cortados, transportados e agrupados com precisão milimétrica por 'pessoas usando instrumentos simples';
*Eles foram unidos tão perfeitamente que não é possível introduzir a ponta de uma faca entre as juntas até hoje;
*Granito minerado aproximadamente 800 km de distância em Assuã com blocos pesando até 60-80 toneladas, usados para as Câmaras Reais e câmaras de sustentação;
*As pedras de revestimento da Grande Pirâmide e da Pirâmide de Quéfren (construída diretamente ao lado) foram cortadas com tamanha precisão ótica de modo a estarem fora de plano perfeito por somente 0.5mm em toda sua área superficial;
E a lista vai e vai...
John Anthony West escreve em especial sobre o Egito: "Como uma civilização complexa surge com força total do nada? Olhe para um carro de 1905 e compare com um carro moderno. Há evidentemente um processo de 'desenvolvimento'. Mas no Egito não há paralelos. Tudo está lá desde o início."
Algo interessante sobre Assuã é que é um dos lugares habitados mais áridos do mundo; no início de 2001, a última chuva havia sido 6 anos atrás. Até 18 de Maio de 2007, a última tempestade havia sido em 13 de Maio de 2006. Nos assentamentos Núbios eles nem se preocupam em colocar o teto em todos os cômodos de suas casas.
É possível que a cidade inteira de Assuã esteja sobre o solo trazido de Marte?
Fotos de Assuã:


De acordo com os cientistas, nenhuma luz azul penetra a atmosfera de Marte, pois é absorvida pela poeira, dando ao céu seu aspecto avermelhado:



A verdadeira pedreira

O que teria acontecido caso os antigos habitantes da Terra começassem a usar recursos terrenos para construir seus templos gigantescos aqui? A Terra se encontraria repleta de buracos gigantescos, talvez como estes:


Estas são aceitas hoje como 'crateras de impacto de meteoro'. A maioria é cratera de impacto? Eu não sei. Todas são crateras de impacto? Definitivamente não.
A primeira coisa a perguntar é: Se o solo era macio o suficiente para absorver o impacto e gerar buracos, como os meteoros podem ter explodido e desaparecido?
Não que não possam ter se desintegrado numa explosão, mas se foi este o caso então há algo crucial a ser perguntado...
A segunda pergunta a ser feita é: Por que buracos circulares quase perfeitos? O que é necessário para um objeto estatelar-se e criar uma cratera esférica? O primeiro requisito indispensável é um objeto esférico perfeito. Meteoros e asteróides tendem a possuir formas irregulares, mas vamos supor que todos eles são estruturas redondas perfeitas. Para essa estrutura redonda perfeita criar uma cratera perfeita é necessário que ela se movimente numa linha perpendicular perfeita em direção a uma superfície, de outro modo o buraco seria oval, mais largo do que profundo. A próxima condição necessária após ter-mos um objeto esférico perfeito caindo em uma linha vertical perfeita, é que este objeto atinja uma superfície menos compacta do que ele, para que possa imprimir sua marca, e posteriormente desaparecer de maneira misteriosa. Se o objeto explodisse iria gerar desordem de partículas e arruinar todas as condições perfeitas anteriores.
Asteróide 253 Mathilde, descoberto em 1885 por Johann Palisa, tem uma área de 52 km², e duas de suas maiores 'crateras de impacto' possuem respectivamente 29.3 km e 33.4 km de diâmetro. Elas são maiores do que o raio médio do asteróide! Mathilde tem pelo menos 5 crateras com mais de 20 km de diâmetro em cerca de 60% de seu corpo visto pela espaçonave NEAR em 1997.
Fobos, a Lua Marciana, com uma área de 22 km², possui uma cratera de 10 km em diâmetro, Cratera Stickney, quase tão grande quanto seu raio.
É evidente que crateras de tais proporções, se realmente causadas por impactos, deveriam ter despedaçado completamente Mathilde e Fobos.
Como tantos impactos sucessivos, imensos e devastadores não destruíram aquele frágil asteróide? Como ainda permanecem em suas órbitas Fobos e Mathilde? Há duas possibilidades, ou alguma força extremamente estranha os manteve firmes e inabalados, ou o que chamamos crateras de impacto pode ser algo totalmente diferente.
A configuração em Marte:


 Mercúrio - buracos encontrados: zilhões, meteoros encontrados: 0?


 Esta próxima foto é uma prova peculiar e forte de que não somente vida inteligente esteve em Marte antes de nós, mas que cientistas estão bem informados sobre isso. Aqui você pode ver duas pedras triangulares que tiveram suas partes de cima cortadas. Elas foram cuidadosamente posicionadas no centro da imagem tirada pela sonda, duas da mesma qualidade, lado a lado, entre milhares de pedras comuns:



O nome da foto anterior é Montes Gêmeos...

Uma Mensagem?

Estranho quanto possa parecer eu não estou interessado em conspirações, ovnis e não acredito em reptilóides, o que sei agora é que algo muito importante aconteceu no passado, e essa estória não está sendo relatada nos livros escolares. Então, qual o significado disto tudo? As pedras, os templos, as lendas, as marcas em outros planetas, nós, qual a conclusão? Uma coisa está clara, aqueles que viveram muito antes de nós foram muito cuidadosos com os lugares que escolheram estabelecer suas civilizações, e com os materiais que eles usaram para construir suas cidades. Foram tão diligentes com seu trabalho que deixaram vestígios inequívocos em todas as partes do mundo, para serem encontrados milhares de anos mais tarde, e estes vestígios nos levariam a uma implicação séria, que nós fomos convidados para participar desta criação.
Alguns podem imaginar a raça humana como peixes num aquário, mas acho que o que o tempo mostrou é que somos co-autores de uma obra-prima, e estamos apenas começando. A pergunta agora nos olha na face, que legado honroso estamos deixando para as gerações do futuro?

Curiosidades

O megálito da Pedra Montada fica cerca de 4 km de onde eu moro, e às vezes quando não está tão quente pego minha bike e vou até lá. É um pouco difícil, pois é uma subida, então em algumas partes tenho que descer e carregar a bike até o fim da ladeira. A volta é legal, correndo à mais de 60 km por hora numa bicicleta é possível sentir o vento e chão com bastante intensidade. Agora meus freios e pneus não estão tão bons, então evito ir muito rápido.
Na última vez que fui lá levei minha câmera e descobri que tem uma pedra bem maior que a Pedra Montada, ela parece um enorme crocodilo atrás das árvores.



Essa pedra tem mais de 10 metros de comprimento, e possivelmente pesa mais de 100 toneladas.
Outra que me chamou a atenção foi esta metade de pedra que está parcialmente enterrada no chão. Quem quer que tenha cortado essa pedra deve ter usado um instrumento muito bom, não deixou marcas nem lascas como é de se esperar de um processo de serração.



Enquanto pesquisava fontes de sílica amorfa encontrei sobre esta substância chamada diatomita. Ela é composta de resquícios fossilizados de diátomos, uma espécie de alga com carapaça, e geralmente é mais de 97% sílica amorfa. 30 milhões de anos atrás os diátomos se acumularam nos depósitos calcários profundos de diatomita, às vezes se estendendo quilômetros abaixo do solo dos antigos lagos e oceanos. Os diátomos são minerados e triturados até formar um pó semelhante ao talco.
Então, considerar a possibilidade de que os construtores das pirâmides estavam minerando esse produto, processando-o para misturar com calcário a 10% poderia ser uma idéia tão extravagante quanto a possibilidade de que a sílica foi trazida de Marte, exceto por dois detalhes, nem o produto, nem fossas tão profundas foram encontradas no Egito, por outro lado se você der uma olhada em Marte...
Uma análise microscópica da estrutura da sílica na diatomita e a sílica encontrada nas pirâmides deverá esclarecer isto.

Notas finais

Um dia enquanto escrevia isso comecei a ter sérias dúvidas se deveria continuar ou não, soa tudo louco demais em minha concepção embora fui inspirado a escrever depois das minhas descobertas recentes em pesquisas sobre megálitos. Eu estava no quintal olhando para as estrelas e pensando sobre parar e apagar tudo, não quero bancar o tolo nem iludir as pessoas, então pedi por um sinal, uma indicação boa e nítida de que ou eu estava certo e deveria continuar, ou que estava completamente enganado, e deveria desistir e esquecer isso tudo, o que quer que me fosse mostrado eu iria entender e aceitar. Bom, fui dormir e tive um sonho não-lúcido no qual eu estava na praia e alguns meteoros começaram a cair do céu atingindo o chão e deixando um rastro de fumaça e poeira no ar. A maioria deles era do tamanho de um carro, o primeiro atingiu a água, o segundo caiu na areia, o terceiro caiu longe, à direita do meu campo de visão, e eu comecei a me preocupar que algum deles poderia atingir minha cabeça, quando não se está lúcido os sonhos podem representar a realidade com perfeição impressionante. Por um tempo ficou tranquilo e silencioso, até que um meteoro de grandes proporções, mais ou menos do tamanho de uma quadra de tênis, caiu na areia cerca de 100 metros à minha frente e afundou. Quando a poeira baixou vi que ele tinha feito uma cratera em forma de coração. Acordei pouco depois disso e pensei se tratar de algum tipo de piada, uma cratera em forma de coração, tudo bem, de qualquer modo nenhum dos meteoros explodiu, então pelo menos eu tinha uma pequena confirmação. Foi apenas mais tarde naquele dia que resolvi fazer uma pesquisa sobre 'crateras em forma de coração', advinha o que encontrei? Uma cratera em forma de coração em Marte, e o que é isso dentro da cratera? Um meteoro. Agora estou totalmente convencido, então tive que terminar o artigo.

sábado, 24 de janeiro de 2015

Relatos do Egito Antigo

Passeio no Interior do Templo 


video

Credito: http://gerard.homann.free.fr/WEB_EGYPTE/animations.htm


Pirâmides no Egito, a história perdida e secreta dos subterrâneos em Gizé

 



A história perdida e secreta das PIRÂMIDES do Egito.
Cidade subterrânea e construções muito antigas e esquecidas sob as areias do Planalto de Gizé.
“O Planalto de Gizé – e a antiga cidade do Cairo são atravessados por passagens subterrâneas, eixos, cavernas, lagos naturais, câmaras e até uma cidade dentro de uma imensa caverna natural que contêm artefatos surpreendentes, mas as autoridades egípcias ainda não estão prontas para revelar estes antigos segredos para o público em geral”
Tradução, edição e imagens: Thoth3126@gmail.com
A história perdida e secreta das PIRÂMIDES do Egito. Cidade e construções muito antigas e esquecidas sob as areias do Planalto de Gizé. 
Por Tony Bushby, extraído do capítulo 8 de “O Segredo da Bíblia” de Nexus Magazine abril-maio de 2004 – TheBaseOfRuneØverby
Fontehttp://www.bibliotecapleyades.net
Para compreender totalmente algumas das informações secretas na Bíblia, é importante se conhecer e compreender a extensão do sistema de túneis subterrâneos em associação com as instalações de inúmeras câmaras subterrâneas existentes abaixo da superfície das areias do Planalto de Gizé, no Cairo, Egito, pois foi lá que os elementos principais dos ensinamentos da Escola de Mistérios Ocultos foram desenvolvidos. 
O que aconteceu sob as areias nos milhares de anos atrás não está refletido nos livros de hoje, na história escrita por “grandes (e ignorantes) eruditos”, assim como as descobertas feitas nas últimas oito décadas e mantidas em segredo.








Localização do antigo distrito do Oásis de Fayum, um local repleto de vestígios arqueológicos do antigo Egito.
O antigo distrito do Oásis de Fayum, a poucos quilômetros fora do limite da antiga Memphis, apresenta um local de interesse incomum. Foi nesse antigo e vale exuberante e outrora fértil que faraós que se autodenominavam como os “mestres da caça real” pescavam e caçavam com o bumerangue (1), no Lago Moeris que uma vez delimitava o Oasis Fayum e em cujas margens existia o famoso Labirinto, descrito pelo antigo historiador grego, Heródoto, que lá esteve, e o descreveu como “uma maravilha sem fim” para ele.
Labirinto continha cerca de 1.500 dependências e um número igual de câmaras subterrâneas que o historiador grego não foi autorizado a fiscalizar, de acordo com os sacerdotes do Labirinto”, as passagens eram desconcertantes e muito complexas”, foi projetado para fornecer segurança para os pergaminhos e numerosos documentos que os antigos sacerdotes do local disseram (a Heródoto) que estavam escondidos em salas no subterrâneo.






Acima: Colosso de Ramsés II. A antiga Cidade de Mênfis foi a antiga capital do Egipto, suas ruínas estão localizadas ao sul do delta do Nilo, a cerca de 25km do Cairo. Acredita-se que a cidade tenha sido fundada com o nome de Anbu-hedj (“muros brancos”). Mênfis tornou-se importante centro político e religioso, com um complexo arquitetônico em que se destacavam o palácio real e o grande templo do deus local, Ptah. Lá está a Grande Estátua de Ramsés II, com 13 metros de comprimento e um peso de 120 toneladas, assim como uma Esfinge em alabastro datadas da 19ª Dinastia.
Esse enorme complexo particularmente impressionou muito ao historiador Heródoto e ele falou com reverência e até certo temor da estrutura gigantesca:
“Lá eu vi 12 palácios regularmente dispostos, que tinham comunicação uns com os outros, intercalados com terraços e dispostos em torno de 12 salas. É difícil acreditar que eles são o trabalho do homem, as paredes são cobertas com figuras esculpidas em relevo, e cada tribuna é primorosamente construída em mármore branco polido e rodeado por uma colunata. Perto da esquina onde o labirinto termina, há uma pirâmide, com 240 pés de altura (72 metros), com grandes figuras esculpidas de animais sobre ela e uma passagem subterrânea pela qual podem ser inseridos pessoas. Disseram-me de modo muito convincente que câmaras e passagens subterrâneas conectavam esta pirâmide com as três pirâmides de Memphis, na distante planície de Gize.”
Passagens subterrâneas que interconectam as pirâmides
As pirâmides de Memphis são as pirâmides de Gizé, pois Giza foi originalmente chamada de Memphis (ver referência “, Giza anteriormente Memphis” no mapa Nordan de Viagens no Egito e na Núbia, de 1757, sobre a página 152 do capítulo anterior). 
Muitos escritores antigos apoiavam os registros de Heródoto sobre a existência de passagens subterrâneas que ligavam as pirâmides principais, e suas evidências lançam dúvidas sobre a confiabilidade sobre a (manipulada) história egípcia tradicionalmente apresentada pelos “eruditos”. 
Crantor (300 aC) afirmava que havia certos pilares subterrâneos no Egito que continham um registro escrito de pedra dos tempos pré-históricos (antediluvianos), e eles alinhavam vias de acesso que ligavam as pirâmides umas com as outras.
  
Em seu estudo célebre, sobre os mistérios, particularmente aqueles sobre os egípcios e caldeus assírios, Jâmblico, um representante sírio do século IV da Escola Alexandrina de estudos místicos e filosóficos, registrou esta informação sobre uma entrada secreta através do corpo da Esfinge na Grande Pirâmide de Gizé(2) :
Essa entrada, obstruída em nossos dias por areia e entulho, ainda pode ser traçada entre as patas dianteiras do colosso com corpo de leão e cabeça humana deitado sobre as areias. Antigamente, a entrada era operada apenas pelos Magos (da Grande Fraternidade Branca). Foi guardado por respeito público, e uma espécie de medo religioso manteve sua inviolabilidade melhor do que qualquer proteção armada teria feito. Na barriga da Esfinge foram cortadas galerias que levam para a parte subterrânea da Grande Pirâmide.
Estas galerias eram tão-arte totalmente atravessada ao longo de seu curso para a pirâmide que, estabelecendo para a passagem sem um guia ao longo desta rede, uma ceasingly e, inevitavelmente, voltava ao ponto de partida.
Foi gravado em antigos selos cilíndricos sumérios que a morada dos segredos dos Anunnaki de Nibiru era,
“Um lugar subterrâneo … entrava-se por um túnel, a entrada era escondida pela areia e pelo que chamavam de Huwana … seus dentes, como os dentes de um dragão, seu rosto o rosto de um leão
Esse texto de antiguidade notável, infelizmente esta fragmentada, acrescenta que “Ele [ Huwana ] é incapaz de se mover para a frente, nem é capaz de se mover para trás “, mas se subir em cima dele por trás e então o caminho para “a morada secreta dos Anunnaki ” já não estaria mais bloqueado.







O registro sumério forneceu uma descrição provável sobre a Esfinge com cabeça de leão em Giza, e se essa grande criatura foi construída para guardar ou eliminar antigas escadas e passagens inferiores levando a áreas subterrâneas abaixo e em torno dela, então o seu simbolismo era muito mais adequado. No local, durante o século XIX o folclore árabe sustentava que existia sob a Esfinge câmaras secretas escondendo tesouros e/ou objetos mágicos.
Essa crença foi reforçada pelos escritos do  historiador romano Plínio do primeiro século, que escreveu que nas profundezas abaixo da Esfinge está escondido o “túmulo de um governante chamado Harmakhisque e que contém um grande tesouro”, e, curiosamente, a Esfinge em si já foi chamado também de “a grande esfinge Harmakhis que vela deitada desde o tempo dos Seguidores de Hórus“.
O  historiador romano Amiano Marcelino do século IV fez divulgações adicionais sobre a existência de cofres subterrâneos que pareciam levar para o interior da Grande Pirâmide (3) :
Inscrições que os antigos afirmavam foram gravados nas paredes de algumas galerias subterrâneas e passagens foram construídas no fundo do interior escuro para preservar a sabedoria antiga de ser perdido na grande enchente (Dilúvio).
Um manuscrito compilado por um escritor árabe chamado Altelemsani é mantido e preservado no Museu Britânico, e registra a existência de uma longa passagem, subterrânea entre a Grande Pirâmide e o Rio Nilo com uma “coisa estranha” bloqueando a entrada do Nilo.
Ele relatou o seguinte episódio:
Nos dias de Ahmed Ben Touloun, um grupo entrou na grande pirâmide através do túnel e encontraram em um lado da câmara, uma taça de vidro de textura e cor rara. Quando estavam saindo, eles perderam um indivíduo do grupo e, ao voltar para buscá-lo, ele veio até eles nu e rindo disse: “Não me sigam ou procurem mais por mim”, e então correu de volta para o interior da pirâmide. Seus amigos perceberam que ele estava como que encantado.
Ao saber sobre estranhos acontecimentos sob a pirâmide, Ahmed Ben Touloun expressou o desejo de ver a taça de vidro. Durante o exame, foi preenchida com água e pesada e, em seguida esvaziada e novamente pesada. O historiador escreveu que “a taça foi considerada com o mesmo peso, quando vazia, assim como quando estava cheia de água”.
Se a crônica é precisa, que a falta de peso adicional fornecia as evidências indiretas da existência de uma ciência extraordinária em Gizé. De acordo com Masoudi no século X, estátuas mecânicas com incríveis capacidades eram guardadas em galerias subterrâneas sob a Grande Pirâmide. Escrito mil anos atrás, a sua descrição é comparável aos robôs computadorizados mostradas hoje em filmes espaciais. Masoudi disse que os autômatos foram programados para serem intolerantes, para que eles destruíssem tudo “, exceto aqueles que pelo seu comportamento eram dignos de admissão ao recinto por eles guardado nos subterrâneos”.
“Relatos escritos da Sabedoria e Conhecimentos Ocultos em diferentes artes e ciências foram lá escondidos, para que pudessem permanecer como registros para o benefício daqueles que mais tarde (em nossos tempos atuais e finais) pudessem compreendê-los”.



Essa é uma informação fenomenal, pois é possível que, desde os tempos de Masoudi, pessoas consideradas “dignas” (talvez grandes iniciados nas artes ocultas) viram e penetraram as misteriosas câmaras subterrâneas. Masoudi confessou,
“Eu vi coisas que não se descrevem, com medo de fazer as pessoas duvidarem da minha inteligência (e sanidade mental)… mas ainda assim eu as vi”.
No mesmo século, outro escritor, Muterdi , deu conta de um incidente bizarro em uma passagem estreita em Giza, onde um grupo de pessoas ficaram horrorizados ao ver um de seu grupo esmagado até a morte por uma porta de pedra que, por si só, de repente deslizou para fora da face da passagem e fechou o corredor em frente a eles.
Registros do Antigo Egito confirmados
Heródoto disse que os sacerdotes egípcios recitaram para ele a sua tradição de longa data de “formação de salas subterrâneas” pelos desenvolvedores (muito mais antigos, ainda do tempo de Atlântida) originais de Memphis. As inscrições mais antigas, portanto, sugerem que existia algum tipo de extenso sistema de câmaras abaixo da superfície das áreas circundantes a Esfinge e as três pirâmides em Gizé. Esses registros antigos foram confirmados quando a presença de uma grande cavidade foi descoberta em uma pesquisa sísmica realizada no local em 1993.
Que a descoberta foi reconhecida publicamente em um documentário chamado “O Mistério da Esfinge”, que foi exibido para um público de 30 milhões de assistentes na NBC TV mais tarde nesse mesmo ano. a existência de câmaras sob a Esfinge é bem conhecida. 




A ESTELA DE TUTMÉS: O indício mais antigo que se tem da existência de eventuais construções por baixo da esfinge está estampado na estela que Tutmés (ou Tutmósis) IV (c. 1401 a 1391 a.C.) mandou fixar na frente do monumento e que vemos acima numa foto do Canadian Museum of Civilization Corporation (CMCC). Ela conta que um dia, antes de subir ao trono, o futuro faraó, ao adormecer à sombra da esfinge depois de uma caçada, sonhou que a mesma lhe aparecia e pedia que ele removesse a areia que naquela época quase que a cobria inteiramente. O que nos interessa no momento não é essa história propriamente dita, mas os relevos feitos no granito. Neles o faraó aparece fazendo oferendas diante da esfinge que, por sua vez, se apresenta assentada sobre um complexo de construção embaixo dela. Tradicionalmente os arqueólogos têm dito que o palácio gravado na estela é representação do templo que existe até hoje diante da esfinge. A argumentação contra esse entendimento é o fato de que a forma do edifício representado na estela é totalmente diferente do templo da esfinge. Além disso, as regras de perspectivas usadas pelos artistas egípcios fariam com que eles colocassem o templo diante da esfinge, como realmente ele está situado, e não abaixo dela. Então, torna-se possível que a construção representada na estela por baixo, nos subterrâneos sob a esfinge realmente exista no sub-solo.
Autoridades egípcias confirmaram outra descoberta, em 1994, a sua exumação foi anunciado em uma reportagem de jornal que foi realizado sob o título, ” Mistério no Túnel da Esfinge “:
Trabalhadores em reparos da Esfinge descobriram uma antiga passagem que leva profundamente para dentro do corpo do antigo e misterioso monumento.
O chefe de Antiguidades de Gizé, o Sr. Zahi Hawass, disse que não houve disputa sobre o túnel ser muito antigo. No entanto, o que é intrigante é: afinal de contas quem construiu essa passagem?
Por quê? E para onde nos leva …? Hawass disse que não tinha planos para remover as pedras que bloqueiam a entrada. O túnel secreto se dirige para o lado norte da Esfinge, a meio caminho entre as patas estendidas da Esfinge e sua cauda (4).
A suposição popular de que a Esfinge é o verdadeiro portal da Grande Pirâmide tem sobrevivido com tenacidade surpreendente. Essa crença foi apoiada por cerca de 100 anos, pelos planos elaborados por iniciados da Maçonaria e da Ordem Rosacruz, mostrando a Esfinge como um ornamento deitada sobre um grande salão abaixo dela que se comunica com todas as pirâmides, irradiando passagens subterrâneas. 
Esses planos e desenhos foram compilados a partir de informações originalmente descobertas pelo suposto fundador da Ordem dos Rosacruzes, Christian Rosenkreutz, que supostamente penetrou uma “câmara secreta subterrânea sob as areias”, e lá encontrou uma biblioteca de livros cheios de conhecimento secreto.
Os desenhos esquemáticos foram produzidos pela informação possuída por arquivistas da escola de mistério antes que a limpeza da areia nos túneis e salas começasse em 1925, que revelou a existência ao longo dos subterrâneos de várias portas escondidas – salões de recepção esquecidos, pequenos templos e outros recintos. (Esses planos, desenhos e esquemas estão incluídos em “O Plano Diretor”, na secção no final do livro.)
O conhecimento das escolas de mistério foi reforçada por uma série de notáveis descobertas em 1935, que desde a prova da existência das passagens e câmaras adicionais se entrelaçando com a área abaixo das Pirâmides. O Complexo de Giza demostrou que a estrutura dos elementos principais terem sido propositadamente construídos, unindo-se com a Esfinge, com as três Grandes Pirâmides e o Templo do Homen Solar diretamente relacionados um ao outro, acima e abaixo do solo e das areias.






Um esquema com perspectiva aérea do enorme complexo do Planalto de Gizé, com as três pirâmides e a esfinge.
Câmaras subterrâneas detectadas pelo radar de penetração no solo
Camaras e passagens subterrâneas foram detectadas por sismógrafo sofisticado e equipamentos de radar (GPR) penetrante no solo nos últimos anos estabelecendo com precisão os planos das construções. O Egito também usou com sucesso satélites sofisticados para identificar locais enterrados sob a superfície de Gizé e outros locais adjacentes. O novo sistema de rastreamento foi lançado no início de 1998 e conseguiu a localização de 27 novos locais ainda inexplorados determinados em cinco áreas com precisão.
Nove desses novos locais estão na margem leste do rio Nilo em Luxor e os outros estão em Gizé, Abu Rawash, Saqqara e Dashur. As impressões da área de Giza mostrar uma quase incompreensível massa de rede como túneis e câmaras que cruzam a área, se cruzando e se entrelaçando uns aos outros como treliça que se estende sob as areias do planalto inteiro. Com o projeto de vigilância do espaço, os egiptólogos serão capazes de determinar a localização de um local principal, a sua entrada provável e o tamanho das câmaras antes de iniciarem as escavações.
Particular atenção está sendo focada secretamente em três locais:
  1. Uma área no deserto algumas centenas de metros na direção oeste / sudoeste do local original da Pirâmide Negra, em torno do qual está sendo construído um imenso sistema de paredes de concreto com sete metros de altura que abrange oito quilômetros quadrados
  2. A estrada antiga que ligava o templo de Karnak com o Templo de Luxor
  3. O “Caminho de Hórus” sobre o norte da Península do Sinai
Headline News
Entre os místicos ou membros de escolas de mistérios egípcias, a tradição explica que a Grande Pirâmide é grande de muitas maneiras diferentes. Apesar do fato de que as pirâmides não foram abertas e pesquisadas até o ano 820, as escolas secretas do Egito da era pré-cristã insistem que o layout interno era bem conhecido por eles. Eles constantemente afirmavam que nenhuma pirâmide era algum túmulo, nem uma câmara funerária de qualquer tipo , exceto de que elas tinham uma câmara para o enterro simbólico como parte de um ritual de iniciação aos segredos da sabedoria oculta.






A pirâmide de Quefrem fotografada desde a grande pirâmide de Queóps, com o cemitério oeste à direita.
De acordo com as tradições místicas de tempos imemoriais, o acesso ao interior dos subterrâneos era feito de forma gradual e em vários estágios através de passagens subterrâneas. Diferentes câmaras teriam existido no final de cada fase de progresso, com o maior estágio de iniciação final representada pela agora chamada (de acordo com os “grande eruditos”) de a Câmara do Rei dentro da Grande Pirâmide de Gizé. 
Pouco a pouco, as tradições das antigas escolas de mistérios (n.t. Esse não é o caso da maçonaria) foram verificadas por descobertas arqueológicas, pois foi confirmado em 1935 que havia uma ligação subterrânea entre a Esfinge e a Grande Pirâmide de Gizé e que um túnel ligava a Esfinge ao antigo templo localizado no lado sul (hoje chamado de Templo da Esfinge ).
Conforme o projeto de limpeza da areia de Emile Baraize, já com 11 anos já estava praticamente concluído em 1935, histórias notáveis começaram a surgir sobre as descobertas feitas durante a execução desse projeto de limpeza. Um artigo da revista, escrito e publicado em 1935 por Hamilton M. Wright, lidou com uma descoberta extraordinária sob as areias de Gizé que é hoje totalmente negada. O artigo foi acompanhado por fotografias originais fornecidos pelo Dr.Selim Hassan , o líder da equipe de investigação científica da Universidade do Cairo, que fez a descoberta. Ele disse:
Nós descobrimos um caminho subterrâneo usado pelos antigos egípcios cerca de 5.000 anos atrás. Ele passa por baixo do viaduto que leva entre a segunda pirâmide e da Esfinge. Ele fornece um meio de se passar sob a calçada da Pirâmide de Quéops até a Pirâmide de Quéfren. A partir desta rota subterrânea, que desenterramos surgiu uma série de eixos que levam a mais de 125 pés (38 metros) para baixo, com muitas salas espaçosas e câmaras laterais.





Ao mesmo tempo, os meios de comunicação internacionais liberavam mais detalhes sobre a descoberta. O emaranhado e interconectado complexo subterrâneo foi construído originalmente entre a Grande Pirâmide e o Templo do Homem solar, na direção da Pirâmide de Quéfren havia uma estrutura mais tardia e superficial. O caminho subterrâneo e as suas salas e câmaras foram escavados na rocha sólida um feito verdadeiramente extraordinário, considerando que foi construído há milhares de anos. Há mais histórias de câmaras subterrâneas de Gizé, por reportagens descritas a exumação de um passagem subterrânea entre o Templo dos homens-Solar no planalto e do Templo da Esfinge no vale.
Essa passagem havia sido descoberta alguns anos antes do lançamento e publicação do artigo publicado nos jornais. As descobertas levaram o Dr. Selim Hassan e os outros pesquisadores a acreditarem e publicamente afirmar que, enquanto a idade da Esfinge sempre foi enigmática no passado, ela pode realmente fazer parte do grande plano arquitetônico que foi deliberadamente organizado, construído e realizado em associação com a construção da Grande Pirâmide.

Cerca de metade do caminho entre a Esfinge e a Pirâmide de Quéfren foram descobertos quatro enormes poços verticais, cada um com cerca de oito pés (2,40 metros) quadrados, levando para baixo através do sólido calcário.
É chamado de “Tumba de Campbell” pelos maçônicos e Rosacruzes, e “que o enorme complexo”, disse o Dr. Selim Hassan,” termina em um salão espaçoso, no centro do qual estava um outro eixo que descia a um outro salão também espaçoso ladeado com sete câmaras laterais “.
 



Algumas das câmaras continham enormes sarcófagos selados de basalto e granito, com 18 pés (5,40 metros) de altura. A descoberta foi mais longe e também descobriram que, em uma das sete salas havia ainda um terceiro veio vertical, descendo profundamente para uma câmara mais abaixo. Na época de sua descoberta, ele foi inundado com água que parcialmente encobriu um sarcófago branco branco. Essa câmara foi chamada de o “Túmulo de Osíris”, e foi mostrada sendo “aberta pela primeira vez” em um documentário de televisão produzido em março 1999.





Embora originalmente tendo explorado esta área em 1935, o Dr. Selim Hassan disse:
Estamos na esperança de encontrar alguns monumentos de importância depois de limpar esta água. A profundidade total destas séries de eixos é superior a 40 metros, ou mais de 125 pés … No curso de limpar a parte sul do subterrâneo, foi encontrada uma cabeça muito bonita de uma estátua que é muito expressiva em todos os detalhes do rosto.
De acordo com uma reportagem de jornal independente, a estátua era um busto esculpido excelente da rainha Nefertiti, descrita como “um belo exemplo de um tipo raro de arte inaugurada durante o reinado do faraó Amenhotep (Akhenaton)”. O paradeiro da estátua ate hoje é desconhecido.
O relatório também descreve outras câmaras e salas enterrados sob as areias, todos interligados por passagens secretas e ornamentados. O Dr. Selim Hassan revelou que não havia apenas os salões e câmaras internas e externas, mas eles também encontraram uma sala por eles chamada de “Capela de Oferendas“, que tinha sido cortado em um enorme e sólido afloramento de rocha, entre a Tumba de Campbell e a Grande Pirâmide.





No centro da capela estão três enormes pilares verticais que estão colocados numa disposição triangular. Esses pilares são pontos altamente significativos neste estudo, pois a sua existência está registrada na Bíblia. A conclusão é que Esdras, o escritor que começou a escrever a Torá (cerca de 400 aC), sabia o layout das passagens subterrâneas e as câmaras de Gizé, antes que ele escrevesse a Torá. 
Esse projeto subterrâneo foi provavelmente a origem do layout de forma triangular em torno do altar central em uma loja maçônica. Em Antiguidades dos JudeusJosefo, no primeiro século, escreveu que o famoso Enoch do Antigo Testamento construiu um templo subterrâneo com nove câmaras. Em uma caixa forte dentro de uma câmara com três colunas verticais, ele colocou um tablete de forma triangular feito de ouro nele inscrito o nome absoluto da Divindade ( de Deus ).
A descrição das câmaras de Enoque é muito semelhante à descrição da Capela de Oferendas sob a areia a leste da Grande Pirâmide.
Uma ante-sala bem parecida com uma câmara de sepultamento, mas “sem dúvida, uma sala de recepção para iniciações”(5) foi encontrada em local mais alto  mais perto do planalto da Grande Pirâmide e na extremidade superior de uma passagem inclinada, em um corte profundo na rocha bruta no lado noroeste da Câmara de Oferendas (entre a Câmara de Oferendas e da Grande Pirâmide). No centro da câmara existe um sarcófago de 12 pés (3,60) metros de comprimento feito de puro calcário branco Turah  e um conjunto de vasos finos de alabastro.




As paredes são lindamente esculpidas com cenas, inscrições, símbolos e uma emblemática e particular flor de lótus. As descrições dos vasos de alabastro e da emblemática e tão simbólica flor de lótus  têm paralelos notáveis com o que foi encontrado no templo-oficina sobre o cume do Monte Sinai / Horeb por Sir William Petrie, em 1904. Salas subterrâneas adicionais, câmaras, templos e corredores foram descobertos, alguns verticais com colunas circulares de pedra de apoio, e outros com esculturas de figuras de deusas nas paredes vestidas em delicados e bonitos trajes. 
O relatório do Dr. Selim Hassan descreve outras figuras esculpidas magnificamente e muitos frisos lindamente coloridos. Fotografias foram tiradas e um autor e pesquisador que as viu, o Rosacruz H. Spencer Lewis registrou que ele estava “profundamente impressionado” com as imagens. Não se sabe onde os espécimes raros de arte e relíquias estão hoje, mas alguns rumores dizem que podem ter sido contrabandeados para fora do Egito por colecionadores particulares. 
As informações acima são apenas algumas contidas no extenso relatório do Dr. Selim Hassan  que foi publicado em 1944 pela Imprensa Oficial, do Cairo, sob o título de As escavações de Gizé (10 volumes). No entanto, isso é apenas um mero fragmento de toda a verdade sobre o que está enterrado sob as areias da área das pirâmides. No último ano de retirada da areia, os trabalhadores fizeram a descoberta (de uma cidade subterrânea completa) mais impressionante que chocou o mundo e atraiu a cobertura da mídia internacional.  




“A Cidade” no fundo de enormes cavernas naturais
Arqueólogos responsáveis pela descoberta ficaram “perplexos” com o que tinham descoberto, e afirmaram que a cidade era a mais bem planejada que eles já tinham visto. Ela estava repleta de templos, residências pintadas em tons pastel com otivos camponeses, oficinas, estábulos e outros edifícios, incluindo um palácio. Completa com hidrovia hidráulica subterrânea, tinha um sistema de drenagem perfeito juntamente com outras amenidades modernas. A questão intrigante que surge dessa descoberta é: onde está localizada a cidade hoje?
A sua localização secreta foi revelada recentemente a um grupo seleto de pessoas que receberam permissão para explorar e filmar a cidade. Ele existe em um sistema enorme de caverna natural abaixo do planalto de Gizé, que se estende na direção leste rumo ao Cairo. A sua entrada principal é por dentro da Esfinge, com escadas cortadas em pedra que levam até a enorme caverna existente escavada na rocha abaixo do rio Nilo. 
A expedição realizou-se com geradores elétricos e botes infláveis e viajou ao longo de um rio subterrâneo que levou a um lago com um quilômetro de largura. Nas margens do lago se aninha a cidade, com iluminação permanente sendo fornecida por grandes bolas cristalinas estabelecidos nas paredes da imensa caverna e no teto. A segunda entrada para a cidade encontra-se em escadaria que leva para um porão da Igreja Copta do Cairo antigo (bairro Babilônia). Desenhos a partir de narrativas de pessoas “que vivem na Terra” dada nos livros do Gênesis, Jaser e Enoque, é possível que a cidade foi originalmente chamada pelo nome Gigal
Filmagens da expedição foram efetuadas e um documentário chamado Câmara Profunda foi feito e, posteriormente, mostrado para audiências privadas. Ele foi originalmente planejado para ser liberado para o público em geral, mas por algum motivo ele foi retido em segredo. Um objeto esférico e multifacetado cristalino do tamanho de uma bola de beisebol foi trazido da cidade, e sua natureza sobrenatural foi demonstrada em uma recente conferência na Austrália. Profundamente inscritos dentro do objeto sólido estão vários hieróglifos que lentamente se movimentam e viram como as páginas de um livro sendo folheado, quando mentalmente solicitado por quem detém o objeto. 



Esse item notável revelou uma forma desconhecida de tecnologia e foi recentemente enviado para a NASA nos EUA para análise. documentos históricos registraram que, durante o século 20, as descobertas surpreendentes não relatadas ainda nos dias de hoje foram feitas em Giza e na Península do Sinai, e rumores no Egíto da descoberta de uma outra cidade subterrânea dentro de um raio de 28 milhas da Grande Pirâmide abundam. Em 1964, mais de 30 cidades subterrâneas multiniveladas foram descobertas no antigo reino turco de Capadócia .
Uma só cidade continha enormes cavernas, salas e corredores que os arqueólogos estimam que suportariam até 2.000 famílias, oferecendo facilidades de vida para cerca de 8.000 a 10.000 pessoas. A própria existência desses locais constitui evidência de que muitos desses mundos subterrâneos jazem à espera de ser encontrados abaixo da superfície da Terra EM TODOS OS CONTINENTES.
As escavações de Gizé revelaram corredores e caminhos e rotas subterrâneos, templos, sarcófagos, salas e uma cidade subterrânea interconectada, passagens subterrâneas ligadas a Esfinge e às Pirâmides, tudo isso é mais um passo para comprovar que todo o complexo é cuidadosa e especificamente um gigantesco projeto muito bem pensado e executado.
Desmentidos oficiais
Por causa das escavações do Dr. Selim Hassan e as técnicas modernas de vigilância do espaço, os registros e as tradições das antigas escolas de mistérios egípcias que pretendem preservar o conhecimento oculto e secreto do planalto de Gizé, foram todos confirmados e elevados para o mais alto grau de aceitabilidade. Entretanto, um dos aspectos mais intrigantes da descoberta de instalações subterrâneas em Gizé é a repetida negação de sua existência pelas autoridades egípcias e instituições acadêmicas e seus eruditos. 
Tão persistente são suas refutações que as afirmações de escolas de mistério foram postas sempre em dúvida pelo público em geral e eram suspeitas de serem fabricadas, a fim de mistificar os visitantes para o Egito. A atitude escolástica dos “eruditos” (que servem aos “mestres” que controlam o atual paradigma moribundo) é bem exemplificada e caracterizada por uma declaração pública da Universidade de Harvard em 1972:




Ninguém deve prestar atenção às reivindicações absurdas em relação ao interior da Grande Pirâmide ou as passagens previstas e templos e salões subterrâneos ainda a serem escavados sob a areia no planalto de Gizé, nas Pirâmides, feita por aqueles que estão tão associados aos chamados cultos secretos ou sociedades de mistério do Egito antigo e do Oriente.

Essas coisas só existem na mente dos que procuram atrair os buscadores de mistérios, e quanto mais se negar a existência desses fatos, mais o público é levado a suspeitar que estamos deliberadamente tentando esconder o que constitui um dos grandes segredos do Egito. É melhor para nós ignorar todas essas afirmações do que simplesmente negá-las e combate-las. Todos as nossas escavações no território da Pirâmide não conseguiram revelar quaisquer passagens subterrâneas ou salões, templos, grutas, ou qualquer coisa do tipo, exceto o templo, ao lado da Esfinge.

Foi o suficiente para a “opinião acadêmica” fazer tal declaração sobre o assunto, mas em anos anteriores, reclamações oficiais foram feitas afirmando que não havia templo, junto à Esfinge. A afirmação de que cada centímetro do território em torno da Esfinge e as pirâmides tinham sido explorados profunda e completamente foi desmentida quando o templo ao lado da Esfinge foi descoberto na areia e, finalmente, aberto ao público.
Em assuntos fora da política (e do controle) oficial, parece haver um nível oculto de censura em operação, destinado a proteger os dogmas e doutrinas de ambas as religiões orientais e ocidentais (e de que a verdade venha à luz).


LÂMPADAS perpetuamente acesas
Apesar de descobertas surpreendentes, a verdade nua e crua é que o início da história do antigo Egito (ainda antes dos tempos dos faraós) continua em grande parte (deliberadamente ocultada) desconhecida e, portanto, território não mapeado. Não é possível, então, para dizer com precisão como quilômetros de passagens subterrâneas e câmaras sob o planalto de Gizé foram iluminadas, mas uma coisa é certa: a menos que os antigos pudessem ver no escuro, as vastas áreas subterrâneas encontradas foram de alguma forma iluminadas.






A mesma pergunta é dirigida sobre como seria feita a iluminação do interior da Grande Pirâmide, com suas escadarias, passagens, subterrâneos, criptas, etc, e os egiptólogos concordaram que tochas de fogo não foram utilizados, pois todos os tetos existentes não foram enegrecidos com qualquer sinal de fumaça residual. Pelo que se sabe atualmente sobre as passagens subterrâneas sob o platô da pirâmide, é possível determinar que existe pelo menos três milhas (4,8 quilômetros) de passagens subterrâneas e de 10-12 níveis de pisos abaixo do nível do solo. Tanto o Livro dos Mortos assim como os textos da pirâmide  fazem referências marcantes para “os fabricantes de Luz”, e essa descrição extraordinária pode ter se referido a um corpo de pessoas responsáveis para iluminar a escuridão das áreas subterrâneas de seus complexos de passagens, salas e corredores.
Jâmblico deixou registrado em um relato fascinante que foi encontrado em um papiro egípcio muito antigo e retido em uma mesquita no Cairo. Ele era parte de uma história de cerca de 100 a.C. escrita por um autor desconhecido sobre um grupo de pessoas que descobriram uma entrada para câmaras subterrâneas nos arredores de Giza para fins exploratórios.
Eles descreveram a sua experiência:
“Chegamos a uma câmara. Quando entramos, ela foi automaticamente iluminada pela luz de um tubo incandescente com tamanho que situava-se à altura da mão de um homem [aprox. 6 polegadas ou 15,24 centímetros] e fino, colocado em pé em um canto. Quando nos aproximamos do tubo, ele se iluminou mais intensamente. . . Os escravos ficaram muito assustados e fugiram na direção de onde tínhamos vindo! Quando toquei o tubo de luz, ele se apagou completamente.
Fizemos todos os esforços para fazer o tubo voltar a brilhar novamente, mas ele nunca mais se acendeu de novo para fornecer luz (n.t. estes tubos foram deixados no interior da pirâmide por seres de Atlântida, ainda antes do dilúvio – 10.986 a.C. – povo que é a origem da fundação da civilização egipcia antiga). Em algumas outras câmaras outros tubos de luz funcionaram e em outros locais eles não acenderam. Nós abrimos um dos tubos e ele sangrou um líquido de cor de pérolas de prata (mercúrio) que corriam rapidamente pelo chão até que desapareceram entre as fendas entre as rochas.
Na medida que o tempo passou, os tubos de luz gradualmente começaram a falhar e os sacerdotes removeram-nos e guardaram alguns em um cofre subterrâneo que foi especialmente construído no sudeste do planalto. Foi a sua crença de que os tubos de luz haviam sido criados pelo seu amado Imhotep (sacerdote da 3ª dinastia, do faraó Zoser, um mago da Grande Fraternidade Branca), para algum dia tentar voltar a fazê-los trabalhar e fornecer luz mais uma vez.
 



Era prática comum entre egípcios antigos selar as lâmpadas acesas nos sepulcros de seus mortos como oferendas a seu deus ou para os defuntos poderem encontrar seu caminho para o “outro lado”, nos salões do Amenti. Entre os túmulos perto de Memphis (e nos templos brâmanes da Índia), as luzes foram encontradas funcionando e iluminando em câmaras seladas e vasos, mas quando postas à exposição súbita de ar apagavam-se ou causavam que o seu combustível evaporasse. (6)
Os gregos e mais tarde ainda, os romanos adotaram este costume, e a tradição tornou-se geralmente estabelecida, não só de lâmpadas reais acesas, mas de reproduções em miniatura feitas em terracota serem enterradas com os mortos. Algumas lâmpadas foram fechada dentro de vasos circulares para proteção, e houve casos registrados onde o óleo original foi encontrado em perfeito estado de conservação ainda dentro delas, depois de mais de 2.000 anos. Existem amplas provas de testemunhas oculares de que havia lâmpadas que estavam queimando quando os sepulcros foram selados, e foi declarado por passantes depois que eles ainda estavam queimando quando os cofres foram abertos centenas de anos mais tarde.
A possibilidade de se preparar um combustível que se renovaria ininterrupta e rapidamente na medida em que fosse sendo consumido foi uma fonte de controvérsia entre os autores medievais, e existem numerosos documentos descrevendo os seus argumentos. Após a devida consideração das evidências a mão, parecia bem dentro do leque de possibilidades que os antigos sacerdotes egipcios conheciam muito de química e  fabricavam lâmpadas que queimavam, se não indefinidamente, pelo menos por consideráveis e longuíssimos períodos de tempo.
Numerosos escritos sobre o assunto destas controversas lâmpadas foram escritos, com W. Wynn Westcott estimando que o número de escritores que têm dado a consideração ao assunto somariam já mais de 150 e HP Blavatsky fala algo como 173. Enquanto existem variadas conclusões de diferentes autores, a maioria admitiu a existência das lâmpadas fenomenais. Apenas alguns sustentaram que as lâmpadas se queimavam para sempre, mas muitos estavam dispostos a admitir que elas poderiam ficar acesas durante vários séculos sem reabastecimento de combustível.






Acreditava-se que as mechas dessas lâmpadas perpétuas eram feitas de amianto trançado ou tecido, chamado pelos primeiros alquimistas “lã de salamandra”. O combustível parecia ter sido um dos produtos da pesquisa alquímica, possivelmente produzido no templo do Monte Sinai. Diversas fórmulas para a produção de combustível para as lamparinas foram preservadas, e no profundo trabalho sobre ocultismo, Ísis Sem Véu , a autora HP Blavatsky reimprimiu duas fórmulas complicadas de autores anteriores de um combustível que,
“Quando pronta e acesa, a lâmpada vai queimar com uma chama perpétua e você pode colocar esta lâmpada em qualquer lugar onde você queira”.
Alguns acreditam que as lendárias lâmpadas perpétuas dos templos poderiam ser astutos artifícios mecânicos, e algumas explicações bastante humorísticas foram sugeridas. No Egito, existem ricos depósitos subterrâneos de asfalto e de petróleo e querem alguns que os sacerdotes ligavam mechas de amianto por um duto secreto para um depósito de óleo, o qual, por sua vez se conectava a uma ou mais lâmpadas. Outros achavam que a crença de que as lâmpadas que queimavam indefinidamente em túmulos era o resultado do fato de que em alguns casos muita fumaça exalava das entradas de túmulos recém-abertas.
Mais tarde, foram descobertas mais lâmpadas espalhadas pelo chão, assumindo que elas eram a fonte da fumaça. Houve algumas histórias bem documentados sobre a descoberta de lâmpadas de iluminação perpétua não só no Egito, mas também em outras partes do mundo. De Montfaucon de Villars deu um fascinante testemunho da abertura do cofre de Christian Rosenkreuz. Quando os irmãos da Ordem Rosacruz entraram no túmulo de seu ilustre fundador 120 anos após a sua morte, eles encontraram uma lâmpada perpétua- brilhantemente tudo iluminando de forma suspensa no teto.
“Havia uma estátua usando uma armadura [um robô ] que destruiu a fonte de luz quando a câmara foi aberta”(7)
Isso é estranhamente semelhante ao que contam os historiadores árabes que afirmavam que autômatos (seres mecânicos) guardavam as galerias subterrâneas sob a Grande Pirâmide.
Um relato do século XVII registra outra história sobre um robô.
No centro da Inglaterra, um túmulo curioso foi encontrado contendo um autômato que se moveu quando um intruso pisado certas pedras no chão da cripta. Naquele tempo, a controvérsia do túmulo Rosacruz com a lâmpada estava no seu auge, por isso foi decidido que o túmulo era o de um alto iniciado Rosacruz. Um conterrâneo descobriu o túmulo, entrou e encontrou o interior brilhantemente iluminado por uma lâmpada pendurada no teto.
Enquanto caminhava em direção à luz, seu peso comprimiu as pedras do chão e, ao mesmo tempo, uma figura sentada vestida com armadura pesada começou a se mover. Mecanicamente, se levantou sobre seus próprios pés e atingiu a lâmpada com um bastão de ferro, destruindo-a. Quanto tempo a lâmpada ficou queimando era desconhecido, mas o relatório declrava que tinha sido por um número considerável de anos.






Acima: As notícias conforme foram publicadas sobre a descoberta de uma cidade perdida como foi relatada em um dos muitos jornais de Londres, Inglaterra, como o Sunday Express, de 7 de julho de 1935. O mundo ouviu sobre a descoberta de uma cidade “secreta” egípcia já em 1935. (n.t. mas quem escutou e procurou saber mais?) 

Não incluído no artigo original da NEXUS – Outro Comentário sobre as lâmpadas perpétuas, com origem no Tibete:
No livro A CAVERNA DOS ANTIGOS – o tibetano Lobsang Rampa fala sobre este tipo de lâmpada, conforme vemos no curto excerto abaixo:
“… Uma sequência de imagens mostrava um grupo de homens concentrados planejando o que eles chamaram de “Time Capsule”(o que chamamos de “A Caverna dos Antigos”), em que eles poderiam armazenar para as gerações posteriores informações sobre modelos de suas máquinas e um registro completo e pictórica de sua cultura e da falta dela. Imensas máquinas escavaram na rocha viva. Hordas de homens instalaram os modelos e as máquinas. Vimos as esferas de luz fria içadas no lugar, inertes substâncias radioativas dando luz durante milhões de anos. Inerte no sentido de que não poderiam prejudicar os seres humanos, ativas na medida que a sua luz continuaria quase até o fim do próprio tempo. 
Descobrimos que poderíamos compreender a sua linguagem, então a explicação foi mostrada, que nós estávamos obtendo a compreensão do “discurso” telepaticamente. Câmaras como esta, ou “Cápsulas do Tempo”, estavam escondidos sob as areias do Egito, em subterrâneos debaixo de uma pirâmide na América do Sul, e em um determinado ponto na Sibéria. Cada lugar foi marcado com o símbolo dos tempos por excelência: a Esfinge. Nós vimos as grandes estátuas da esfinge, que não se originaram no Egito, e recebemos uma explicação de sua forma. Os homens e os animais falavam e trabalhavam juntos naqueles dias muito, muito distantes.



Um felino era o animal mais perfeito para o poder e inteligência. O próprio homem em si mesmo é um animal, de modo que os antigos tinham a figura de um corpo de um grande gato para indicar a potência e resistência, e sobre o corpo colocavam os seios e a cabeça de uma mulher. A cabeça era para indicar a inteligência humana e a razão, enquanto os seios indicavam que o homem e o animal podem obter alimento espiritual e mental um do outro. Esse símbolo da Esfinge era então então muito comum como é hoje as estátuas de Buda, a estrela de Davi-Selo de Vishnu e o crucifixo no dia de hoje. Nós também vimos oceanos com grandes cidades flutuantes, que se moviam (navegavam) … “
Notas:
  1. Professor Gaston Maspero, A Aurora da Civilização, 1901, p. 517
  2. Histoire de la Magie, com base, em parte, a autoridade de Jâmblico, a partir dos mistérios, particularmente aqueles do, egípcios e caldeus assírios
  3. Ammiani Marcellini Rerum Gestaruum Libri, Leipzig, 1875
  4. O Sydney Morning Herald, II outubro 1994
  5. Dr. Selim Hassan
  6. Fama e Confissão de Rosie-Cross, trans. Thomas Vaughan, 1625
  7. Montfaucon de Villars, A História Desviar do Conde de de Gabalis, 1714.